Deus da Medicina


Asclépio , na mitologia Grega ou Esculápio, na Romana; é o principal deus da Medicina.

A história diz que a bela Coronis, uma mortal, entregou-se ao deus-sol Apolo, tendo engravidado. Mas casou-se com Ischis, a quem havia sido prometida. Apolo matou Ischis, e sua irmã, Artemisa, matou Coronis. Antes que o corpo de Coronis fosse incinerado, Apolo roubou Asclépio e entregou-o aos cuidados de Quíron. Este foi o responsável pela educação e criação do menino, que aprendeu todos os segredos da arte curativa com plantas medicinais. Quando cresceu, Asclépio tornou-se tão habilidoso, que era capaz de ressucitar os mortos. Preocupado com a despovoação do “além” e a ordem natural das coisas, Zeus, o principal deus do Olimpo, matou Asclépio com um raio, mas em seu reconhecimento, levou-o aos céus e transformou-o em divindade. Sua mulher, Epione, acalmava a dor; suafilha Higéia, simbolizava a prevenção das doenças; outra filha, Panacéia, simbolizava o tratamento das doenças; seu único filho, Telésforo simbolizava a convalescença. Sempre que uma peste ou epidemia assolava uma região, os médicos saiam para matar as cobras, pois acreditavam que estes seres demoníacos eram os causadores das doenças. Estando com a cobra enrolada em seu bastão, Asclépio tem o domínio das doenças, curando seus pacientes. Com o tempo, a serpente no bastão de Asclépio tornou-se o símbolo da Medicina, enquanto que a taça e a serpente de Higéia, passaram a simbolizar a Farmácia.Segundo alguns autores, o grande Hipócrates é o décimo-nono descendente de Asclépio eo vigésimo a partir de Zeus. O avô de Hipócrates, também médico, chamava-se Hipócrates, mas nunca alcançou a fama daquele que tornou-seconhecido como o “pai da medicina”.



Fonte http://www.asclepios.com.br/medico/node/2

Descarga Papilar

Quando eu ainda estava no rodízio de Saúde da família, atendi uma mulher de 35 anos com descarga papilar não espontânea de coloração esverdeada. A paciente apresentava-se com semblante de pavor e de preocupação com o achado feito pela paciente quando fazia o auto-exame das mamas.
O sinal foi observado por mim durante o exame físico e realmente é algo que "assusta" a pessoa com inexperiencia em relação às patologias mamárias porque a descarga tinha volume considerável e a coloração era verde-lodo.
A nossa preceptora logo acalmou a paciente e encaminhou-a para o ambulatório de especialidades de mastologia, cujo os atendimentos são feitos pelos acadêmicos da minha faculdade e cujo estou tendo o privilégio de estar nele neste momento.
Não tive a oportunidade de acompanhar o desenrrolar do caso da minha paciente do PSF, mas acredito que tenha feito a conduta correta.
Quanto a conduta, eu esquematizei baseado na referência bibliográfica abaixo alguns pontos quando um paciente surge com esta sintomatologia:

1-É espontâneo ou provocado?
2-Qual a coloração?
3-Há nódulos palpáveis?







Estou agora no ambulatório de subespecialidades da Gineco-obstetrícia. Eles incluem ambulatório de Pré-natal normal, pré-natal de alto risco, Ginecologia geral, Patologias Cervicais, Infertilidade, Planejamento Familiar, Mastologia, DST e Urologia. Ficarei por aqui durante 7 semanas.

Enfermaria Clínica da GO

Esta semana estarei acompanhando os pacientes da enfermaria de clínica da GO, onde são acompanhadas paciente grávidas com qualquer patologia que mereça internação, a mais comum é DHEG ou pré e pós-operatório de cirurgias ginecológicas.

Hoje foi meu primeiro dia e acompanhei uma paciente, cujo atendimento já havia sido feito por mim no rodízio de saúde comunitária. Eu fico feliz quando encontro uma paciente antiga e sinto que elas também ficam mais confiantes e relaxadas por ter um rosto conhecido em meio a tantos médicos novos.

Durante esses dias, fui escalada para o plantão noturno duas vezes. Meu namorado me acompanha durante os plantões para me ajudar na triagem de pacientes. O primeiro foi "tranquilo" e foi um dia histórico na maternidade por não ter surgido nenhum atendimento durante a madrugada. O segundo foi um pouco mais cheio com casos corriqueiros, como falso trabalho de parto, e casos um pouco mais dramáticos, como DHEG ( Doença Hipertensiva exclusiva da Gestação), aborto e um natimorto.

Todos eles me trouxeram um aprendizado, seja ele sobre a Medicina ou sobre o que há além da medicina e que não está escrito nos livros de condutas médicas.
O que mais me marcou foi o natimorto.... A mãe em estado de choque, como se não cresse no que havia acontecido ou como se ainda não tivesse consciencia da real situação; lamentava pelo ocorrido, com algumas lágrimas rolando na face. E também se culpava: Isso foi um castigo por aquilo que eu fiz!
Considerei o corpo médico, obstetra, pediatra e internos(leia-se eu), muito frios e alheios à situação da mãe, que acabara de perder um filho. Tenho uma sensação de que eu poderia ter feito mais por ela....

Ginecologia & Obstetrícia

Estou agora num outro serviço.... A ginecologia e obstetrícia:GO. O primeiro dia: tudo novo, serviço novo, função que nunca havíamos feito antes. Ficamos, eu e meus amigos, na enfermaria da obstetrícia, conhecida como alojamento conjunto. O serviço ficou bastante trabalhoso para cada um de nós porque nesta época do ano, forma-se uma turma, então torna-se menos colegas para "tocar o serviço". Além da enfermaria, temos ambulatório de ginecologia no turno da tarde e damos um plantão noturno semanal na sala de parto.

Estive por várias noites acordada estudando para uma prova de final de rodízio. Foram mais de 60 assuntos a serem avaliados em apenas 40 questões tradicionalmente de nível elevadíssimo. Foram momentos de tensão pré-prova intensos até às 19h do dia 3/12/09. O resultado até agora não saiu!!! E agora estou numa tensão pós-prova!!!